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Entre o objetivo e o percurso!

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No mundo dos negócios fala-se muito em projeto . Até em nossa vida pessoal usamos esse mesmo termo. Dizemos: projetos pessoais - para distinguir dos projetos que experimentamos dentro das empresas. A característica fundamental do projeto é que ele tem início , percurso e fim . Nada mais simples! Claro que o ponto fundamental do projeto é o fim. O projeto só existe por causa dele; é o fim que se busca; ele é o ponto de encontro de todos os esforços, é o que dá a direção para todos os envolvidos; é o que oferece o sentido de todas as ações a ele alinhadas. Olhando desse modo, o percurso é meramente a distância, quando não, o obstáculo que nos separa do fim. Dito de outro modo, ele é o preço a pagar para atingirmos o que queremos. Para minimizar os efeitos do percurso – para encurtá-lo ou cumpri-lo no menor tempo possível -, usamos o nosso tão conhecido planejamento . Nele serão definidos os papéis, a divisão de tarefas, as atividades, e os - também muito conhecidos - check-point...

Como voce lida com a competitividade?

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  Competitividade é coisa séria! Nos esportes, tanto quanto no mundo corporativo esta é uma prática a que muitos recorrem. O cotidiano nos demonstra que determinadas posturas do esporte se replicam em outros vários ambientes. Vamos ao melhor estilo Lula fazer analogias com o futebol. Algumas pessoas usam do expediente de ficar agachado, reclamando daquela dor na perna fingindo contusão, escondidinhos no meio de campo, enquanto touceiras de grama estão saindo de sua defesa ante ao risco iminente de gol do adversário. Quando uma bola espirrada qualquer aparece no meio de campo, a dor na perna subitamente pára e num piquezinho aparece o gajo frente a frente com o goleiro adversário para marcar e se sentir o máximo. Quando isso ocorre contra um adversário é uma prática interessante. Mas no mundo corporativo a gente joga no mesmo time! Ao menos deveria ser assim! Enquanto o trabalho está comendo solto, tem gente se fingindo de morto, mas na hora de marcar o gol o camarada da um piquezin...

O Homem: Potencialidade e efetividade.

A partir do momento em que o “ser humano civilizado” travou contato com as ditas comunidades “primitivas” que viviam sem roupas, comiam carne crua e muitas até carne humana, surgiu a dúvida: o que distingue o homem do animal? Esses povos primitivos tinham determinados comportamentos tidos como animalescos, contudo, outros eram bastante humanos. Ao nos depararmos com esse dilema sobre o que define o homem, muitos lançaram suas hipóteses. Uns naufragaram na nau da mesmice outros naufragaram na nau da soberba. Fato é que após Darwim a nocão de homem ficou em suspenso - sem culpa nenhuma do próprio Darwin - e temos somente pequenos ensaios. Arrisco-me agora a propor um critério: a gentileza indistinta! O Mundo contemporâneo nos instiga a competitividade, mas para que? O mesmo mundo contemporâneo se envaidece de sua praticidade. Tudo tem um propósito, é prático, mas qual é o objetivo da competitividade? Que se coloquem inúmeras teorias para responder essa pergunta o que mais salta a vist...

Jadir entrevista na TVORKUT

Olá amigos do blog filosofia nas empresas. Assistam no dia 08/08/2011 a entrevista na TVorkut ( http://www.tvorkut.com.br/ ) Estaremos abordando o tema filosofia nas empresas no programa da Monica Sertã...Espero por todos voces.. e abraço a todos

Perseguimos ilusões, colecionamos decepções! - I

Uma das grandes dificuldades que experimentamos em nossa vida é a decepção. Decepção nada mais é do que a obtenção de um resultado que fica muito longe do que esperávamos conseguir. Em sua maciça maioria a dificuldade reside somente na expectativa! Muito mais do que temos consciência, como bem mais do que estaríamos dispostos a admitir, uma grande parcela de nossa vida está encoberta por uma densa névoa de ilusões que transformam muitas de nossas expectativas em coisa totalmente inatingível. O problema é que são ilusões coletivas e sendo assim acreditamos que sejam realidades. Buscamos a tão sonhada felicidade, o bem estar; almejamos o equilíbrio, queremos um relacionamento perfeito; lutamos por justiça, tanto quanto combatemos a violência. Tudo isso parece fazer muito sentido para a grande parte das pessoas, mas tudo isso que acabei de dizer são profundas ilusões! Buscamos a felicidade a nem sabemos o que ela é, nem como ela é. Muitos crêem tratar-se de ausência de dificuldades....

Filosofia nas empresas. Um sonho que pode ser global!

Há muito venho pensando o quanto pode ser interessante que as empresas tenham em seus quadros de colaboradores filósofos, sociólogos, antropólogos, e ainda psicólogos, não apenas no que se refere a treinamentos ou recrutamentos. Mais ainda, que estes profissionais se disponham a pensar em como seus conhecimentos podem se tornar não apenas úteis, mas transformadores, evolutivos para o mundo corporativo. Durante muito tempo acreditei ser um lobo solitário nessa empreitada. Contudo, vejo que esse blog vem recebendo visitas recorrentes de diversas partes não só do Brasil, mas de várias partes do globo. Isso, muito me enche de orgulho na mesma medida em que me recobre de responsabilidade. Sei que o mundo corporativo não é afeito a brincadeiras, tampouco a amadorismos. Por isso gostaria de conclamar aos leitores ao debate, ao fomento de novas idéias e novas perspectivas, pois creio que todos nós temos a ganhar. Você que visita o blog filosofia nas empresas e lê as postagens. Faça sua crítica...

Darwinismo corporativo!

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Dia desses recebi uma queixa que é bastante usual e por esse motivo resolvi falar um pouco a respeito. Trata-se de um engano bastante comum e que nos consome em demasia, minando nossas esperanças e configurando a realidade de um modo bastante sombrio.  A dificuldade é que não se trata apenas um engano, mas, sim três, o que deve demandar algumas linhas mais do que estamos habituados a ler na internet. Contudo, embora sejam dificuldades distintas andam quase sempre de mãos dadas. Vou tratá-las uma a uma e no final tentarei agrupá-las. Bom, primeiro vamos à queixa. Uma amiga encontrava-se bastante triste e decepcionada (palavras dela) com a conduta de alguns parceiros de negócio. Eram parceiros antigos e que ela já havia defendido e se empenhado em prol deles noutras ocasiões. Viu-se traída pela conduta dos parceiros e isso provocou, primeiro uma grande tristeza, depois se transformou ou acumulou-se em raiva e finalmente em desesperança na “humanidade”. Vamos ao primeiro dos engano...