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Competição e cooperação

(Por Jadir Mauro Galvão) O mundo corporativo em geral trabalha no paradigma da competição . Empresas competindo umas com as outras pela liderança do mercado. Equipes competindo entre si pelo reconhecimento da empresa e colaboradores competindo por um tapinha nas costas ou uma eventual promoção. Existe uma crença de que a competição fomenta o progresso de todos. De fato, muitas pessoas vão em busca de se especializar e, com isso, estar preparado para competir em melhores condições caso apareça uma vaga atraente em outra empresa, ou uma promoção na mesma. Contudo, na prática, não é esse o efeito que vemos se instaurar. É da natureza da competição que poucos ganhem e a maioria perca. Também é comum que os perdedores se virem todos contra quem venceu, no intuito de superá-lo. Outra regra básica é a de que é muito mais fácil fazer com que todos percam se um ou outro não se sentir com possibilidades de vitória. Com frequencia vemos pessoas torcendo para que o projeto de errado e apenas ...

Sustentabilidade como (re) posicionamento estratégico.

(Por: Jadir Mauro Galvão) A Gestão Ambiental (GA) vem ganhando, com o tempo e com a maturação de suas idéias, um espaço crescente no mundo empresarial. Se o aumento da consciência ambiental ou a escassez de recursos naturais ainda não tem a capacidade de mobilizar ações realmente sustentáveis, eventuais multas legais podem oferecer o empurrãozinho necessário. Se, ainda resistentes, os gestores e empresários ainda buscam pesar se os custos com investimentos nessa área não serão mais elevados do que eventuais ônus com multas legais, vai aí mais um incentivo para fazer coro nos discursos de sustentabilidade. A chamada “Ecoeficiência”, já rendeu inesperados e surpreendentes bons números a gestores que se anteciparam e aderiram espontaneamente a causa. Aquilo que se anunciava como aumento necessário de custos, acabou por se transformar, mais do que apenas redução de custos oferecidos por uma produção mais eficiente, em ganho competitivo , na medida em que se pode transferir para os...

Cultura empresarial e sentido

Em algumas empresas é habitual trabalhar até bem além do horário comercial tradicional. Virou parte da cultura da empresa. Para o recém contratado desatento até passa sair no horário estabelecido contratualmente, mas depois de algum tempo, quando este assume integralmente suas atividades e as responsabilidades inerentes a elas, sair no horário pode parecer displicência ou falta de compromisso. Cheguei mesmo a ver casos de pessoas “trabalhando” em madrugadas e finais de semana, sem uma justificativa plausível para isso. E essa não é uma prática esporádica, mas contumaz. Por vezes, nos esbarros do cafezinho percebia-se certa “disputa” velada de quem fez mais horas ou aquela disfarçada reclamação de estar cansado, apenas para comentar o fato de ter trabalhado no domingo ou na madrugada anterior. Para muitos, isso se transformava em pretexto para chegar um pouco mais tarde e alongar a soneca matinal sem que isso pesasse na consciência. Noutras, diferente disso, a regra era cumprir o ho...

Decisões e escolhas

Decisões são muito diferentes de escolhas . Enquanto as escolhas levam em consideração o presente onde se está e o futuro que as escolhas podem proporcionar, as decisões nos remetem a um presente restrito que temos de abandonar e a uma possível reedição ou não do passado . Por isso, as decisões são tão doloridas, exatamente pelo apego ao que já temos e não queremos perder. Nas escolhas, o presente e o passado também estão implicados, embora não sejam o mais importante e pouco interfiram em qual escolha será feita, mas, em geral, numa decisão nos restringimos a uns poucos pontos do passado e outros poucos do presente. Que pontos são esses? São os que se assemelham ou não às situações passadas ou àquilo que teremos ou não de abandonar no presente. Se essas alternativas se apresentam com certa similaridade com algum fato de nosso passado que consideramos ruins, essa alternativa terá bem menores chances de ser a escolhida. Se, por outro lado, as alternativas figuram com maior semelha...

Em busca de parceiros!

Ao longo de trinta e cinco anos atuando em empresas nacionais e transnacionais, percebi que determinadas dificuldades eram recorrentes independente do porte ou da cultura de origem da empresa. Eram dificuldades emocionais, de liderança, tomada de decisão, conflitos internos e outros tantos. Isso me levou primeiro ao estudo da PNL (Programação neurolinguistica), e depois da filosofia e da sociologia. Comecei, por volta de 2008 a escrever o que, após tanto estudo e empenho, acreditava ser a solução para inúmeros desses problemas. Criei o blog “Filosofia nas empresas”, e quando dei por mim já tinha uma grande quantidade de leitores vindos tanto do Brasil quanto de outras tantas partes do mundo. Nas tantas entrevistas e discussões sobre os temas abordados no blog, percebi o quanto as soluções propostas eram realmente pertinentes e redentoras para muitos. Agora, no momento em que os textos do blog estão virando livro a ser lançado em breve por uma editora de tradição surge a oportunid...

Entrevista para o programa A hora do coaching parte 2

http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=pesquisa-em-pnl-04028C18346CE0914326

Entrevista para o programa a Hora do Coaching

http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?video=filosofia-nas-empresas-04024E9C336CE0914326