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Livro Filosofia nas empresas no portal da FMU

O Portal das Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU acaba de divulgar em seu portal uma nota sobre o livro Filosofia nas empresas, escrito por Jadir Mauro Galvão e publicado recentemente pela editora Paulus. Confiram no link abaixo. http://www.portal.fmu.br/noticias/3893/docente-da-fmu-escreve-sobre-filosofia-nas-empresas.aspx

Entrevista sobre o livro Filosofia nas empresas em TVGZ A Hora do COACHING

(Por Jadir Mauro Galvão) http://mais.uol.com.br/view/gbe66bkt0nd9/filosofia-nas-empresas-04024C1A3462C0915326?types=A&

Percepções e concepções

Alguns dos mais crônicos e difíceis problemas enfrentados pelas empresas decorrem de conceitos e paradigmas que norteiam suas ações mais cotidianas. São apenas conceitos, mas foram sobre estes mesmos conceitos que se firmaram as ações. São ações que resolvem alguns problemas, e exatamente por isso tem sua reputação, mas produzem outros problemas dos quais não nos damos conta. Tomemos por exemplo o paradigma dos processos e das boas práticas:  Processos e boas práticas são um excelente meio de se evitar falhas cometidas em algumas atividades. Contudo são repetições do passado. Repetições de ações realizadas no passado, portanto, não há que se esperar qualquer surpresa, novidade ou criatividade. O problema é que a atividade das empresas se dá numa realidade em constante mudança, em constante transformação. A realidade e o mercado nos oferecem dificuldades que o passado não oferece resposta. Para atividades padronizadas temos os processos, mas não podemos requerer deles boas respost...
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Acaba de nascer o livro Filosofia nas empresas. Um projeto que nasceu tímido, mas que ganha força a cada dia. No semestre que vem (Agosto 2014) começa também a pós-graduação em Filosofia nas empresa. Muito ainda teremos pela frente. Agradeço a todos pelo apoio leitura e incentivo. Jadir

Competição e cooperação

(Por Jadir Mauro Galvão) O mundo corporativo em geral trabalha no paradigma da competição . Empresas competindo umas com as outras pela liderança do mercado. Equipes competindo entre si pelo reconhecimento da empresa e colaboradores competindo por um tapinha nas costas ou uma eventual promoção. Existe uma crença de que a competição fomenta o progresso de todos. De fato, muitas pessoas vão em busca de se especializar e, com isso, estar preparado para competir em melhores condições caso apareça uma vaga atraente em outra empresa, ou uma promoção na mesma. Contudo, na prática, não é esse o efeito que vemos se instaurar. É da natureza da competição que poucos ganhem e a maioria perca. Também é comum que os perdedores se virem todos contra quem venceu, no intuito de superá-lo. Outra regra básica é a de que é muito mais fácil fazer com que todos percam se um ou outro não se sentir com possibilidades de vitória. Com frequencia vemos pessoas torcendo para que o projeto de errado e apenas ...

Sustentabilidade como (re) posicionamento estratégico.

(Por: Jadir Mauro Galvão) A Gestão Ambiental (GA) vem ganhando, com o tempo e com a maturação de suas idéias, um espaço crescente no mundo empresarial. Se o aumento da consciência ambiental ou a escassez de recursos naturais ainda não tem a capacidade de mobilizar ações realmente sustentáveis, eventuais multas legais podem oferecer o empurrãozinho necessário. Se, ainda resistentes, os gestores e empresários ainda buscam pesar se os custos com investimentos nessa área não serão mais elevados do que eventuais ônus com multas legais, vai aí mais um incentivo para fazer coro nos discursos de sustentabilidade. A chamada “Ecoeficiência”, já rendeu inesperados e surpreendentes bons números a gestores que se anteciparam e aderiram espontaneamente a causa. Aquilo que se anunciava como aumento necessário de custos, acabou por se transformar, mais do que apenas redução de custos oferecidos por uma produção mais eficiente, em ganho competitivo , na medida em que se pode transferir para os...

Cultura empresarial e sentido

Em algumas empresas é habitual trabalhar até bem além do horário comercial tradicional. Virou parte da cultura da empresa. Para o recém contratado desatento até passa sair no horário estabelecido contratualmente, mas depois de algum tempo, quando este assume integralmente suas atividades e as responsabilidades inerentes a elas, sair no horário pode parecer displicência ou falta de compromisso. Cheguei mesmo a ver casos de pessoas “trabalhando” em madrugadas e finais de semana, sem uma justificativa plausível para isso. E essa não é uma prática esporádica, mas contumaz. Por vezes, nos esbarros do cafezinho percebia-se certa “disputa” velada de quem fez mais horas ou aquela disfarçada reclamação de estar cansado, apenas para comentar o fato de ter trabalhado no domingo ou na madrugada anterior. Para muitos, isso se transformava em pretexto para chegar um pouco mais tarde e alongar a soneca matinal sem que isso pesasse na consciência. Noutras, diferente disso, a regra era cumprir o ho...