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O crescimento atípico da modalidade emprego

  O crescimento atípico da modalidade emprego. (Por Jadir Mauro Galvão) O crescimento econômico experimentado pelo mundo no período posterior a Segunda Guerra Mundial em meados do Século XX, produziu uma explosão grandiosa de uma modalidade de trabalho conhecida como emprego . Havia todo um Terceiro Mundo [1] a ser desenvolvido e todo um Primeiro Mundo [2] a ser reconstruído. Grandes corporações europeias, algumas tantas asiáticas e um bom punhado de norteamericanas experimentaram um excessivo (e anormal) aumento em seus negócios. Era preciso iluminar e construir as cidades, pavimentar ruas, construir novas rodovias, prédios, a rigor cidades inteiras precisavam de trabalhadores tanto na mão de obra operacional, quanto em sua camada administrativa. Mesmo a população mundial estava crescendo a olhos vistos. Era preciso aprimorar a produção de alimentos e mesmo transformá-la em uma produção em série como a indústria o foi no início do Século. Foi uma época de prosperidade...

Economia capitalista e Nova economia: Contraste e transição

Economia capitalista e Nova economia: Contraste e transição (Por: Jadir Mauro Galvão) Não é novidade, ao menos para quatorze milhões de desempregados no Brasil, que uma profunda crise se instaurou na economia. Mas essa crise parece ter feições bem peculiares. Não parece ser fruto de um fator externo ou outro, de uma sazonalidade ou de fenômenos alheios a vontade de governantes e empresários. Ainda que os escândalos de corrupção cumpram hoje um papel preponderante na crise, ainda não é esse o ponto que aqui nos debruçamos. Tampouco é conveniente reputar que estamos apenas em um momento de crise, passageira como outras tantas que se viram ao longo de décadas. Falamos de uma crise que parece emergir do próprio modelo econômico vigente. Dito de outro modo, parece que não estamos em um momento de crise, mas num modelo em crise. Modelo que parece preferir a escassez à abundância . Que prefere apostar na competitividade da mão de obra porque reduz o preço. Que prefere comprar a empresa...

Crise! Que tal buscarmos uma saída juntos?

(Por Jadir Mauro Galvão) Crise! Que tal buscarmos uma saída juntos? Não é novidade, ao menos para quatorze milhões de desempregados no Brasil, que estamos em crise. Mas essa crise parece ter características bem peculiares. Não parece ser fruto de um fator externo ou outro, de uma sazonalidade ou de fenômenos alheios a vontade dos governantes e empresários. Não é de escândalos de corrupção que estamos falando. Falamos de uma crise que parece emergir do próprio modelo econômico vigente. Modelo que parece preferir a escassez à abundância . Que prefere apostar na competitividade da mão de obra porque reduz o preço. Que prefere comprar a empresa concorrente, (e mandar seus empregados embora) a competir com ela com produtos melhores. Que prefere a disposição do jovem à experiência dos mais velhos. Que prefere a tecnologia à falibilidade humana. Questão de escolha. Produtividade, preço, custo… Não é exatamente culpa das empresas. Elas buscam seus valores. O problema é que tudo isso ...

Crise do emprego e a nova economia

(Por Jadir Mauro Galvão) Crise do emprego e a nova economia Vimos a distância em épocas recentes um alarmante desemprego na Grécia, Itália, Espanha e outros integrantes da chamada zona do Euro. Em 2008 os Estados Unidos sofreram com uma grande crise especulativa que também produziu um enorme contingente de desempregados. Incapazes de saldar a prestação de suas hipotecas, viram-se obrigados a abandonar suas casas e ir morar em trailers ou barracas de camping em terrenos vizinhos às suas antigas casas. Nós no Brasil parecíamos imunes, experimentando um momento de consumo que aquecia a economia, gerava empregos, tanto quanto dívidas, mas ai a corrupção desvelou sua face mais horrenda e instalou a crise palas bandas de cá também. Cada qual com sua particular justificativa para suas crises, o fato é que quem sofria era o emprego, e, claro o ex-empregado. Culpa da especulação imobiliária, da corrupção, da crise econômica mundial.... É que nós nos habituamos a pensar que a economia é f...

Filosofia nas empresas - 2016 09 20 - Geovana Donela e João batista Ferreira

Programa exibido pela rádio http://teiadobem.com/ em 20 09 2016 Tema do debate: Governança corporativa

Filosofia nas empresas - 2016 09 13 - Ines Brosso e Ricardo Giorgi

Programa exibido pela rádio http://teiadobem.com/ Tema do debate: Segurança da informação, tecnologia e o ser humano

Economia horizontal

Economia horizontal (Por Jadir Mauro Galvão) Ainda hoje estamos habituados a uma economia verticalizada. A regra dessa economia é a iniciativa privada com fins lucrativos. Esse modelo ainda vai perdurar, mas ele é pouco amigo e pouco inclusivo. Nós ganhamos dinheiro com ele, mas só o mínimo possível. Aqui vale a regra de quem pode mais chora menos. Quem está no meio dessa pirâmide fica refém das demandas que vem de cima. Quem ganha mais é sempre aquele que é dono do negócio. Mesmo empreendedores que estão num nível intermediário ficam também com uma parcela intermediária. O dono de um mercado, por exemplo, claro, ganha mais, muito mais, que seus empregados, mas mesmo esse é somente um mero empregado das grandes marcas que ele comercializa. Para essas grandes marcas você é só um ponto de venda maior ou menor. Uma gráfica é só “um funcionário terceirizado” das grandes indústrias de papel ou das editoras.  E mesmo esse empresário precisa pagar...