quinta-feira, 26 de março de 2009

Oráculo: Mensagens recebidas em preces.

Os fortes e os fracos:
Domesticar animais ferozes é tarefa para os fortes. Os fracos se contentam em pastorear ovelhas. Vez por outra sacrificamos uma a um predador mais voraz, mas salvamos a maioria. Elas não dão trabalho! Salvamos a maioria sacrificamos outras, negligenciando o perigo. Vive o perigo o forte que coloca sua bravura à serviço. Triunfa ou é derrotado, mas nunca esmorece. Sabe que é preciso lutar contra os seus monstros pessoas. Cada um tem seus demônios e deve enfrentá-los em algum momento. Não é possível esconder-se de seus próprios demônios!

Os grandes e os pequenos:
O pequeno deve obedecer. O grande toma a iniciativa, o pequeno segue. O grande dá a ordem, o pequeno obedece. O grande cria a demanda, o pequeno atende. O grande cria o objetivo, o pequeno trabalha para alcançar. O grande toma conta do pequeno. Não permite que este se prejudique mais. O pequeno pede uma força! O grande nega. (Força para ir de encontro com a parede?). O pequeno pede disposição. O grande nega. (Disposição para se jogar de um precipício?).


A dúvida:
A dúvida é a certeza do fracasso.

A Humildade:
A força é a sua arma, a sabedoria é sua busca, o seu desafio é superar o insólito, é criar o bem do nada a força do vazio, a inteligência do vácuo e o amor de uma rocha. O humilde ergue sua cabeça sobre a vaidade e submete a arrogância. O brilhante mais puro nada vale, pois não brilha no escuro. É preciso cultivar a luz. A humildade é poderosa, a arrogância é frágil. A arrogância é cerebral a humildade é orgânica! A perseverança é característica do humilde. O trabalho não cansa o humilde. Mas ele não se cansa a toa. Não existe vitória ou derrota apenas satisfação com o resultado e os resultados são, apenas o fruto de sua dedicação.

A vitória:
A derrota é apenas um dos passos no caminho para a vitória.

A oração:
Vou à igreja e rezo pedindo força e sabedoria para acertar nas escolhas e me sinto órfão?
Força para bater de frente com uma parede? Coragem para pular em um precipício? Você daria? Poucos sabem o que é fé. Este é um estado muito mais espiritual do que corporal.

A fé:
A fé é o substrato do fato, do acontecimento. A dúvida é a certeza do fracasso. (Mateus 6:22- 34)

Como desenvolver a fé?
Não te amarra à corda dos medíocres, pois esta é curta e não conseguirás subir aos céus que são vosso repouso. Sê grandioso, pois possui tudo o que lhe é precioso, quer levar a terra em seu bolso? A vitória é viva dentro de ti como o trilho é para o trem. Constrói, pois o caminho da vitória e não esperes pelos trilhos. Sê senhor de tuas bênçãos e de teus prêmios. Ninguém de fora te premia senão vós mesmos. Não deves esperar por recompensas, crie a fartura em sua vida.

Como saber se tenho fé?
Ninguém pode dizer se você está apaixonado ou não, nem como ficar, só se sabe que esta, quando realmente esta. Quanto à fé o funcionamento é igual.

Os frutos:
O plantador não colhe o que planta. Senão a plantação é a realização de sua idéia e o plantio a sua recompensa o suor é sua benção e o arado a sua oração. O lavrador colhe seu sonho e agradece pelo seu trabalho que é sua boa recompensa, que o faz abençoando com cada gota de seu suor e seu sacrifício é sua melhor oração. A mágica é sua luz! A luz é sua mágica! Sede cristalino! Semeie a prosperidade e colha seu trabalho. Colha riquezas e abençoe-as com seu suor. O que queres ninguém pode lhe dar senão você mesmo. A mágica não esta no trabalho senão dentro de você. A palavra é tributo da idéia! A riqueza o tributo da fé!

O erro e a hesitação:
Se souberes para onde estás indo e isto tem uma grande importância, voce simplesmente vai! Mas quando o caminho é desconhecido e não se sabe que tipos de surpresas ele te reserva, é natural um pouco de hesitação, mas esta hesitação não pode se transformar em imobilismo. Aguce os sentidos, inspire-se, despertes os sentidos espirituais e deixe que o bom e o belo te conduzam às experiências. Acertar e errar faz parte do aprendizado.

A objetividade:
A inspiração, a calma, e a oração podem produzir milagres, mas sorrir é mágico, use e abuse do sorriso. Zele pela qualidade dos seus pensamentos, e perceba que pensamentos te jogam para trás, quais os que te deixa no mesmo lugar e quais os que te impulsionam.
O alvo dá a direção da seta. A nitidez do centro do alvo te permite a precisão. Para se ganhar é necessário acertar o maior número de setas no alvo. Algumas ficaram próximas e te ajudarão a calibrar o arco. Exercitar, exercitar e exercitar. Só assim a maestria será alcançada e voce será um grande arqueiro! Ficar esperando o melhor arco, o melhor alvo e que não haja vento torna-o limitado em sua precisão. Aprender a lidar com fatores que voce não pode controlar, te dará a flexibilidade necessária para atingir uma andorinha em pleno vôo.

Os Sentimentos:
Não reprima seus sentimentos, trate-os! Não abomine seus pensamentos, limpe-os! Não se deixe dominar pela letargia, levante-se e siga em frente. Mesmo que não tenha claro para onde está indo, vá. Mantenha sua atenção na luz e guie-se por ela. Aprenda a lidar com o medo e cultive a fé tenha confiança em si. Não é preciso saber quantos centímetros tem um passo para que este seja dado!

A vitória:
Antes de vencer voce precisa ser um vencedor!

Tua imagem:
Esforça-te para que teus gestos, tua presença e tua voz expressem tua luz em toda a sua magnitude. A tristeza esgota. A tensão retesa. A calma expande. A alegria aquece. A flor sábia resiste de forma graciosa às intempéries e ressurge colorida e graciosa embelezando a paisagem. O segredo é brilhar. Deixe-se brilhar. A dúvida apaga. O medo apaga. A tristeza apaga. Deixe-se brilhar! O sorriso brilha, o perdão brilha, a vontade brilha, a determinação brilha, a vontade de crescer brilha. Deixe-se brilhar!

A insegurança:
Humildade para vencer os medos e inseguranças inerentes à forma material, determinação e obstinação na busca pelo bom, pelo belo e pelo divino. O grande propósito é a missão divina. A forma material é a mais dura, mais lenta e mais inconsciente, mas é a melhor forma de se conquistar sabedoria e luz. A luz que transpassa o líquido se distorce e se fragmenta. A luz que transpassa o ar sofre influencia e é filtrada, mas a luz quanto transpassa o sólido demonstra e revela todo o seu esplendor!

O poder, a força, o amor e a sabedoria!
Sorria! Deixe o poder correr em suas veias! Você vai sentir-se poderoso a cada vez que renunciar ao poder, ao ego ao egoísmo. Você vai se sentir mais sábio cada vez que renunciar à sabedoria. Vai se sentir mais forte, cada vez que renunciar a força. Vai se sentir mais amoroso cada vez que renunciar o amor. Somente os sábios, sabem utilizar o seu poder com grande amor. Somente aquele que tem um grande amor, sabe utilizar sua sabedoria com grande poder. Somente os dotados de grande poder sabe como utilizar seu amor com sabedoria. O amor que perdoa e pede perdão. A inteligência que reconhece e perdoa a insipiência. O amor que perdoa e transcende o ódio. A sabedoria que supera e transmuta o rancor, o ódio e a mágoa.

Como renunciar ao poder?
Cada vez que se usa a força e o poder, mais estará forçado a utilizá-lo, mais estará preso a ele. Cada vez que se usa a benevolência e o amor, mais estará forçado a utilizá-la, mais estará preso a ela. Cada vez que se usa a inteligência e a sabedoria, mais estará forçado a utilizá-la, estará preso a ela, Portanto: Se você tiver que utilizar o poder, use o amor, se você tiver que utilizar o amor, use a sabedoria, se você tiver que usar a sabedoria, use o poder.
Se tiver que usar o poder, resigne-se e pense.
Se tiver que utilizar a inteligência (não pense), aja de forma destemida.
Se tiver de usar o amor, pense e reflita sobre sua utilidade.

Missão de todos:
1. Evoluir
2. Possibilitar a evolução
3. Deixar o mundo melhor e mais bonito do que encontrou
4. Provocar um sorriso quando não puder possibilitar evolução

A força ou a fraqueza são atributos do corpo e da alma. A determinação é atributo do espírito que caminha para a luz! Os resultados são evidências de que estamos no caminha correto. Os fracassos são dicas de que o caminho não é adequado ou de que “o outro” ainda não esta preparado para evoluir. Para cada alma que diz não existem outras dez prontas para o sim. Se você deixar suas forças irem embora estas dez ficaram órfãs.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Senso de competência

Acontece amiúde em nossas vidas de termos sob nossa responsabilidade uma quantidade de tarefas a serem cumpridas e acreditamos não sermos capazes de realizá-las ou pelo menos não no tempo que nos resta a cumpri-las. Ora. Neste caso a questão, passa a ser aritmética. Consideremos o seguinte problema: uma mulher leva em média 9 meses para ter um bebê. Se destacarmos para este serviço três mulheres, teremos logicamente o triplo de bebês no mesmo tempo, ou teremos 1 em um terço do tempo, ou seja, cada três meses, certo? Errado! A questão aqui não é aritmética, nem tampouco lógica. E nem sequer podemos considerar a competência de qualquer uma das mulheres que participara no processo. Podemos ter um processo seletivo bastante rigoroso e, contudo, o objetivo não será alcançado. O ponto aqui em questão reza que, algumas tarefas têm seu tempo de gestação, maturação e execução. E mesmo que o cronograma nos espezinhe diariamente, no final este será sobrepujado pela dura realidade. O que é mais real, o possível ou o impossível? Ok! Sabemos que poucos de nós conhecem, de fato, seus verdadeiros limites e é nossa tarefa, enquanto líderes, desafiar cotidianamente esses limites para que nossos liderados possam ultrapassar a barreira da superação e enxergar dentro de si algo que ainda não havia desabrochado, mas até ai, vez por outra, cometemos o grande pecado da insensatez e exigimos que três mulheres façam três filhos em três meses. Ora, isto é inexeqüível, convenhamos! Contudo, o líder não é isento de falhas (costuma-se dizer que herrar é umano (SIC)), então o importante é buscar que nossa equipe tenha, bem desenvolvido, um bom senso de competência. Ora, o que é isso? Não, não é a mesma coisa que competência, é senso de competência. Competência é quando nos sentimos aptos a executar determinada tarefa, por já estar devidamente preparado, quer seja por já tê-la executado anteriormente ou porque esta se apresenta sem dificuldades aparentes. Senso de competência é quando sabemos, temos uma boa noção sobre o que somos capazes de fazer e, sobretudo, do que “não” somos capazes de fazer e encaramos com total tranqüilidade ambos. Se nos é apresentado uma tarefa absolutamente inexeqüível, ou se é uma tarefa com a qual não temos lastro de experiência anterior no intuito de mensurar se é ou não factível sua execução no tempo previsto, podemos nos postar ante a ela com a tranqüilidade do senso de competência ou escolher uma atitude de total desespero dissimulado! Ter senso de competência é conseguir manter a mesma tranqüilidade da certeza (não é se manter ou recuperar o controle e sim não se permitir abalar) de nossa competência tanto quanto de nossa incompetência. Lembro-me de quanto eu sofria na escola, nas aulas de desenho, pois não conseguia executar os desenhos, fazendo algo que ficasse dentro de alguma coisa aceitável e quando comparado a outros trabalhos, de outras crianças o desespero era completo. Hoje, não! Anda continuo absolutamente incapaz de desenhar até o famoso “patinho com o dois” e, no entanto, isto não tem a capacidade de me abalar. Claro que temos de considerar que a experiência nos confere a tranqüilidade da maturidade, contudo, o senso de competência não advém da maturidade, senão de certa postura madura perante a vida e que pode nascer em qualquer idade e que não se aprende em nenhuma escola tradicional. A PNL nos traz este aprendizado, mas não é prerrogativa exclusiva dela. O famoso stress não é nada mais do que falta de senso de competência. Observe o stress a partir desta noção e veja: tudo o que nos gera stress é por não nos sentirmos capazes de executar algo, ou pelo menos não no tempo que nos resta! Agora vamos terminar deixando o leitor com a cabeça em uma pergunta que pode ser esclarecedora: você tem uma tarefa com lá seu grau de complexidade e/ou um tempo exíguo para cumpri-la. Será mais possível executá-la se mantivermos a tranqüilidade ou se nos deixarmos contaminar pelo desespero do stress?

quarta-feira, 11 de março de 2009

Filosofia nas empresas: as doenças e suas curas.

Após algum tempo respirando o ar de uma grande empresa, não é preciso ser um grande expert para detectar alguns problemas recorrentes. Se você leitor trabalha em uma empresa, certamente vai identificar um ou mais dos problemas que vamos expor mais abaixo. O que muitos não sabem é que estes problemas não são privilégio desta ou daquela empresa, mas sim um sintoma crônico que afeta a grande maioria das empresas e somente alguém com grande lastro de experiência para detectar que se trata de algum tipo de doença. Doenças que podem, quando tratada com desmazelo, levar a empresa a um estado terminal. Outra coisa que a maioria ainda não sabe, é que estas doenças têm cura. Aliás, este é o objetivo fundamental deste espaço e, sobretudo o motor que nos leva a estudar e escrever e pesquisar tanto na área de programação neurolinguistica quando em filosofia, antropologia, sociologia e ética.

Os problemas e suas curas:

a) Falta de empenho: Muitas vezes encontramos em nossa equipe pessoas que trabalham somente o suficiente para não serem mandados embora, demonstrando pouco ou nenhum interesse num objetivo maior. Isto se deve a um ou mais desses fatores: caso os objetivos não estejam bem definidos ou não estejam muito claros, o colaborador fica perdido, sem sabem para onde ir e, portanto fica perdido, sem saber o que fazer. Caso o objetivo seja claro, o colaborador pode não se sentir “fazendo parte” do processo então para quê remar na mesma direção: - “não vou ganhar nada com isso!”. Nestes casos pode acontecer também que o colaborador não enxergue no objetivo algum valor que ofereça uma real importância e, portanto nada que justifique seu empenho, a não ser o medo de uma demissão, para atingir o determinado objetivo. Ai existe claramente um problema não do colaborador, mas sim de liderança, que pode ser facilmente solucionado com algum trabalho. Se seu colaborador não for instigado a progredir, não for desafiado a superar seus limites, não for orientado a ter objetivos próprios, vai perder a mobilidade e ficar estagnado dentro de suas próprias paredes aumentam a distância do crescimento e ficando com a propensão para apodrecer.
b) Conflitos: Problema por demais corriqueiro são os conflitos. Em geral ocorrem quanto algum problema foi detectado e virá à tona muito em breve. É preciso que o colaborador “defenda-se” para que não seja a sua cabeça a ir para a degola. Ora, situações críticas existem dentro de empresas e seus responsáveis nem sempre são “culpados” dignos de execução sumária, mas este expediente é, por demais corriqueiro e gera certo ar de terrorismo entre colaboradores, caso este não tenha verdadeiro senso de competência. Saber que errar é humano e que poucos erros, de fato, não podem ser solucionados. O mais comum é que se eleja o que chamamos de “boi de piranha”. Outro problema de conflitos ocorre quando se incentiva a competitividade entre colaboradores. Aquele com uma baixa auto-estima é capaz de “sabotar” os outros, na medida em que se vê em desvantagem na competição, quer seja por produtividade ou outra coisa que o valha. Em suma, quando o seu colaborador não se sente intimamente capaz vencer um determinado desafio, vai fazer com que ninguém consiga, sabotando sistematicamente o processo. Sem contar os não raros casos de ciúmes, vaidade orgulho e insegurança, Sentimentos comuns a nós seres humanos quando ainda não conseguimos supera-los.
c) Liderança: Uma liderança deve naturalmente exercer certa influência sobre seus liderados e o reflexo desta influência é quase sempre nítida. Se sua equipe esta como você não gostaria que estivesse não se trata de trocar toda “sua equipe de incompetentes”, mas adequar esta liderança Mesmo que tenhamos uma capacidade natural de liderança, esta pode ser aperfeiçoada tornando a tarefa menos autocrática e mais suave, tornando o que antes poderia ser uma obediência servil motivada por medo, em uma mútua cooperação focada em objetivos. Utilizar os mais diversos estilos de liderança, de forma dinâmica adequando-as a cada circunstância.
d) Delegar: Muitas vezes acreditamos que delegar é mandar outras pessoas, quaisquer que sejam, efetuar uma atividade chata da qual somos obrigados a fazer e com isso nos “livramos” dela. Contudo devemos ter parâmetros para a escolha de, para quem delegar. Delegar o que se quer e não como fazer, reconhecer talentos, desafiar limites, conduzir o processo de forma responsável até que todos se sintam confortáveis.
e) Comunicação: Quase sempre que temos de preencher formulários de feedback sentimos a frieza da lâmina afiada tocar nosso pescoço. Tornar o feedback uma ferramenta motivadora e não uma ferramenta de cobrança. Tornar o ato de dar e receber informações algo prazeroso. Instigar a comunicação até como exercício, com o objetivo de afinar a sintonia dos interlocutores nas mais diversas camadas de poder dentro da empresa.
f) Decisões: Decididamente uma decisão mal tomada pode incorrer em prejuízos tanto matérias quanto baixas significativas em nosso corpo de colaboradores, portanto é importante que as decisões não sejam precipitadas, sem informações suficientes, sem estratégias de contingência, sem rotas alternativas. Adquirir maestria em tomar decisões e algo mais do que premente.
g) Objetividade e eficácia: A concorrência sempre é feroz e precisamos buscar sempre a excelência. Quando todos sabem onde estão, para onde estão indo, o que devem fazer, qual o resultado devem obter qual a importância do resultado e sabem que tem competência para fazer, o vento sopra sempre a favor. Caso contrário...

O importante agora é ressaltar que para todo mal há uma cura. Se você acredita ser um bom médico, ótimo, caso contrário um bom consultor pode ajudá-lo a superar estas verdadeiras epidemias corporativas. De nossa parte buscamos sempre nos aprimorar e ter em mãos as mais modernas ferramentas capazes de aprimorar e tornar mais salubre a vida do mundo corporativo.
Precisando entre em contato.